Cartas

Isenção da inspeção veicularMinha mulher e eu compramos um carro em São Paulo no mês de maio. Ao dar entrada na documentação para transferência e licenciamento na Ciretran de Avaré, descobrimos que a documentação do veículo estava bloqueada no Detran-SP, porque teria de passar pela inspeção veicular. Em 16 de junho, protocolamos um requerimento na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo com a cópia do certificado de registro do carro, recibo de compra, declaração de que o veículo estava em Avaré firmada pela minha esposa e com firma reconhecida em cartório. A placa do automóvel é de final 2 e ele está impedido de transitar, pois a secretaria não o libera para que a transferência e o licenciamento sejam feitos. Qual é a responsabilidade de um órgão que cria uma inspeção em veículos novos sem verificar os carros velhos que realmente poluem e prejudicam os contribuintes que pagam seus impostos em dia? CESAR P. CRUZSão PauloA Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informa que o leitor sr. Cruz já foi comunicado por telefone sobre a pendência do comprovante de residência que precisa ser entregue no Protocolo da Secretaria, para ser anexado no processo de isenção da inspeção veicular. Explica que, conforme a Portaria 055/SVMA-G/2009, a declaração de circulação de veículo fora do Município deve ser feita pessoalmente, no caso de pessoa física, com a apresentação de RG, CPF e comprovante de residência no Protocolo. A alternativa é que o procedimento seja feito por um procurador com o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo.Sistema obsoletoA decisão da administração municipal em restringir a circulação de fretados e conectá-los a terminais metroviários pressupõe, para seu adequado desempenho, a existência de uma rede de transporte integrado de massa cobrindo toda a área do centro expandido atual. Este, aliás, era o desenho previsto pelo primeiro Plano Urbanístico Básico de São Paulo, integrado a um sistema de transporte, elaborado em 1968, e planejado para as necessidades num horizonte de 20 anos, ou seja, para 1988. Passados mais de 20 anos, o sistema de transporte ainda não se encontra nos patamares previstos e a sociedade se desdobra em suprir suas necessidades de mobilidade utilizando do que se dispõe e como lhe for individualmente conveniente. Resultado desse processo é a contínua deterioração de nossa metrópole. NEUTON S. KARASSAWASão PauloBarulho na madrugadaDeve haver uma alternativa inteligente por parte das autoridades municipais para que as caçambas não sejam recolhidas entre 2 e 4 horas!GUTO PACHECOSão PauloO Limpurb explica que a fiscalização não conta com muitas possibilidades de atuação, já que não existe legislação municipal que considere esse horário proibido para a retirada de caçambas. Nas zonas de máxima restrição de circulação esse é o horário prioritário, pois não é possível fazer o trabalho durante o dia. Diz que há empecilhos para fazer a fiscalização, pois, além de ter de estar no lugar e no momento exatos da ocorrência, o agente vistor não pode fazer a autuação porque não há legislação que preveja sanção para essas situações e ele só poderá pedir que diminuam o barulho. Quando recebe queixas, o Limpurb vistoria o local indicado procurando identificar a empresa responsável e, se a legislação não estiver sendo cumprida, ela será autuada ou o contratante. Ressalta que não é proibido movimentar caçambas à noite.O leitor comenta: A polida resposta não minimiza o desconforto causado pelas caçambas.Fim da promoçãoNo final de 2008 resolvi cancelar linha fixa tradicional no interior de São Paulo, onde vou raramente. A Telefônica na ocasião sugeriu a Linha Lazer, com mensalidade de R$ 9,90, que aceitei. Em abril deste ano passou para R$ 14,90. Cansei de reclamar com a Telefonica, sem resultado. No dia 20 de abril fiz uma reclamação na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas não recebi nenhuma resposta. No final de junho, enviei e-mail ao Estadão sobre essa reclamação. A Telefônica informou ao jornal ter entrado em contato comigo e esclarecido o problema - algo que jamais ocorreu. Gostaria de receber esclarecimentos da Anatel, e não mais da Telefônica, pois já esgotei todos os recursos. JOSÉ ARCIERI São PauloA Anatel informou que não houve reajuste, e sim o fim de uma promoção.

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