Cartas

Lentidão na travessia A qualidade dos serviços da Dersa para a travessia Santos-Guarujá já era questionável, e, após o acidente ocorrido em julho, está à beira do caos. À tarde o tempo de espera é de, aproximadamente, 60 minutos. A Dersa só colocou faixas avisando que houve uma queda na qualidade do serviço e que não há previsão de normalização, mas não vemos ninguém trabalhando para apressar o trabalho nem foi dado um desconto para os usuários prejudicados. PAULO MARCOS F. VIEIRA Santos A Assessoria de Imprensa da Dersa esclarece que a companhia está tomando medidas urgentes para que o sistema volte à normalidade o mais breve possível. Explica que a população é atendida por um atracadouro flutuante, o único que escapou do choque provocado pelo navio de bandeira chinesa Zhen Hua 27, em julho. Os outros dois ancoradouros (gavetas) serão reconstruídos e a balsa FB-24, atingida pelo navio e fora de operação, será submetida aos reparos necessários. O abalo danificou a estrutura das duas gavetas que fazem o embarque e o desembarque dos veículos e todos os envolvidos (Dersa, a empresa operadora, a Capitania dos Portos e o proprietário do navio) têm de fazer avaliações, levantamentos e perícias com as respectivas seguradoras, para poder iniciar a reconstrução dos atracadouros. A Dersa diz que providencia um contrato emergencial para executar com brevidade as obras e pede que os usuários colaborem evitando, sempre que possível, a travessia nos horários de pico, das 7 às 9 horas e das 16 às 19 horas, optando pela Rodovia Cônego Domenico Rangoni (Piaçaguera-Guarujá). Responsabilidades Louvável a iniciativa da polícia paulistana de promover reuniões para ensinar medidas que devem ser tomadas pelos condomínios para evitar arrastões, cada vez mais frequentes. Gostaria que São Paulo fosse como Nova York, onde porteiros de prédios luxuosos e vizinhos podem conversar, tranquilamente, na rua, com as portas abertas. Hoje muitas funções que caberiam aos três níveis de governo são repassadas aos cidadãos, como, por exemplo, educação, saúde de qualidade, manutenção de praças, controle da poluição, etc. Será que a segurança pública será a próxima da lista? MARIO SILVIO NUSBAUM São Paulo Lei antibarulho? Quem fez a lei antifumo deve fazer leis para regulamentar a presença de fumantes nas ruas, em frente aos bares e baladas. Moro em frente a um bar que é quase fechado e, desde que essa lei entrou em vigor, não consigo mais passar as noites de sexta-feira e sábado tranquilamente, porque os fumantes alcoolizados se reúnem na frente do local. Eles conversam, gargalham, falam palavrões, ligam os sons potentes de seus carros, gritam com os amigos que chegam e outras coisas. Escuto tudo isso em meu quarto até 4h30! Quem fica dentro do bar se diverte com seus pulmões a salvo e as pessoas que moram perto desses estabelecimentos perdem seu direito ao sossego? YARA ESTEVES PERES Santos Conta barata demais Sou assinante do plano Combo NET há mais de 1 ano. Em maio, a fatura, que era em torno de R$ 150, veio no valor de R$ 1,36. A central de atendimento me informou que estava correta. Em junho, chegou uma cobrança de R$ 584,14, que não posso pagar. Abri protocolos, mas não posso parcelar essa dívida, pois já havia feito outra renegociação. Em julho, chegou outra fatura de R$ 1,55, ou seja, provavelmente agora em agosto terei de pagar duas contas juntas. Para piorar, cortaram o serviço! Após entrar em contato com o jornal, recebi um telefonema de uma funcionária da NET que prometeu retornar, mas até o momento nada! SIMONE MORAES São Paulo Fernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET São Paulo, esclarece que a empresa entrou em contato com a sra. Simone e a correção no cadastro foi feita e encaminhada uma nova fatura por e-mail para a cliente. A leitora confirma a resposta da NET. A solução seria simples Em 5 de agosto, o leitor sr. Cahen sugeriu que sincronizassem os faróis. Mas o que seria dos ?pobres camelôs?, que tanto contribuem para a saúde fiscal da cidade, se o trânsito fosse destravado? E dos agentes de saúde sem as moléstias provocadas pela poluição provocada por carros parados e ligados? Os cidadãos solidários "não podem" olhar as coisas pela lógica e pelo bom senso. MARIA ISABEL DE SIPOS São Paulo

, O Estadao de S.Paulo

13 Agosto 2009 | 00h00

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