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Cartas

Largo do Paiçandu

, O Estadao de S.Paulo

12 de setembro de 2009 | 00h00

Há muito tempo o Largo do Paiçandu é habitado por viciados em drogas e bêbados. A Prefeitura nunca adotou uma medida séria para solucionar o problema, que atingiu proporções intoleráveis com a migração dos frequentadores da Cracolândia e com a redução na coleta de lixo. Quando foi instalada uma base móvel no local, os moradores pensaram que a situação iria melhorar. Mas os guardas só contemplam o que acontece na praça. Ao serem questionados, dizem que não têm o respaldo de seus superiores para reprimir os mendigos.

FÁBIO OLMOS

São Paulo

Rivaldo Chinem, do Núcleo de Comunicação Social da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, informa que a Guarda Civil Metropolitana atua de forma integrada com a administração municipal e estadual em ações preventivas, sociais, de saúde e repressivas. Acrescenta que colabora com a subprefeitura nas ações de recuperação dos espaços públicos. Explica que a Operação Centro Legal tem como prioridade o perímetro da Nova Luz. Mas, informa, irão deslocar o efetivo também para o Largo do Paiçandu, Marechal Deodoro, Praças Julio de Mesquita e Roosevelt, entre outros, para encaminhar as pessoas em situação de rua para os equipamentos de proteção, dar a atuação repressiva necessária para os infratores, além de coibir o comércio irregular da região. Diz que a atuação será articulada com a Polícia Militar e com o setor de inteligência da Polícia Civil. Solicita que o leitor participe das reuniões de prestações de contas feitas com a comunidade, do Conselho Municipal de Segurança (Conseg) e continue mandando informações.

Caos na cidade

Que raio de privatização é essa que deixa uma única empresa de telefonia fixa suprir um Estado inteiro! Foi um caos. A cidade ficou toda "emperrada". Quem vai pagar pelo prejuízo?

MARIA DE MELLO

São Paulo

Poluição "particular"

Moro na Rua José Maria Lisboa, ao lado do Edifício Caborá, n.º 1.035. Há tempos tento entrar em contado com os órgãos competentes para denunciar um problema de poluição sonora e ambiental. No Edifício Caborá funciona um gerador de energia movido a diesel. Esse gerador, além de muito ruidoso, emite uma fumaça preta com um odor insuportável. Esse aparelho a diesel polui todo o quarteirão, lançando fuligem dentro dos apartamentos. Não fosse isso, como fica a lei do silêncio? Talvez agora, com a ajuda do jornal, o síndico do prédio ao lado, que mantém o gerador tão bem camuflado, tome alguma providência instado por algum fiscal.

CAIO MARIO BRITTO

São Paulo

A Assessoria de Imprensa da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informa não ter registro de reclamação referente ao problema citado pelo sr. Britto. A Agência Ambiental de Pinheiros da Cetesb diz estar à disposição para prestar esclarecimentos, nos telefones 3133-3833 ou final 3834.

O ex-secretário das Subprefeituras Andrea Matarazzo informou que a Subprefeitura de Pinheiros constatou que o prédio é residencial e, por esse motivo, o Psiu não pode atuar. De acordo com a legislação, o órgão só pode fiscalizar estabelecimentos comerciais. Em relação à poluição, diz ter pedido que a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente tome conhecimento do caso, o que também pode ajudar na questão

do barulho.

O leitor responde: Infelizmente, até o presente momento o gerador movido a diesel continua instalado. E não é raro que seja ligado, mesmo não havendo falta de energia no quarteirão.

Envio de cartão indesejado

Venho protestar e alertar os leitores do Estadão sobre o procedimento irregular que a Fininvest (Banco Itaú) adotou. Enviou-me um cartão de crédito que não solicitei e não quero, pois nem tenho conta no Itaú. Não sei onde conseguiram meus dados. E ainda usaram uma artimanha capciosa, colocando na correspondência: "Esse cartão substitui o seu

cartão atual, que está no final do período de validade." Como é possível? Um absurdo!

ASCIUDEME JOUBERT

São Paulo

A Ouvidoria Itaú Unibanco informa ter entrado em contato com o sr. Joubert e esclarecido a

questão. Acrescenta que, a pedido do leitor, providenciou o cancelamento do cartão.

O leitor contesta: Pois bem, o abuso continua. Recebi mais uma correspondência dando sequência à palhaçada e má-fé. Jamais pedi o cartão. Quero saber como e onde conseguiram meus dados.

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