Cartas

Por alguma razão, brasileiros não se sentem respeitados nos consulados

O Estadao de S.Paulo

07 Agosto 2030 | 00h00

Gentileza, será que custa?Tive o mesmo problema que Daniel Tavares Guerreiro (Visto para os EUA negado). Sou professora de inglês desde 1996 e sempre divulguei a cultura americana, mas a partir de agora prefiro a inglesa, australiana e canadense para propagar a língua inglesa. Moro no Brasil com minha mãe. Será que a mãe americana do leitor é um vínculo maior que uma mãe brasileira, na visão limitada do agente consular? Em junho, com o comprovante de matrícula em escola americana e todas as taxas pagas, pedi visto para fazer um curso em Nova Iork, em julho. Que foi negado, por eu ''''não ter fortes vínculos no País''''. Perdi um dia inteiro, eles não olharam a pilha de documentos que levei, e me senti uma criminosa. Paguei US$ 100 para não receber nenhuma explicação. Me entregaram só uma carta-padrão com duas hipóteses para a negativa. Se uma professora de inglês não pode entrar no país, quem mais poderá?FABIANA AOKI - Piratininga/SPEm ref. à resposta do Consulado Mexicano a minha carta do dia 14 (Bom atendimento), eles mostraram a falta de consideração e soberba de seus representantes, achando que bastaria colocar bebedouros e divisores de filas para compensar as horas em pé e as três idas ao local. A entrevista se resume à entrega de documentos em um mini-guichê com uma funcionária mal-educada, o que poderia ser feito por despachante ou de forma mais civilizada. Por último, enfatizo que a ''''pequena'''' arrecadação pelo péssimo atendimento é de 3 mil x R$ 75 = R$ 225 mil mensais - verba retribuída com um bebedouro e um toldo com cadeiras de plástico no final da fila na parte de dentro do Consulado.LUIZ CARLOS PENTEADO GUIMARÃESMoocaCarta 19.058Afundamento no soloMoro na Rua dos Pinheiros, onde há um leve afundamento desde a liberação do trânsito após a interdição da rua para as obras da Linha Amarela do Metrô. A empresa responsável pela obra aplicou, recentemente, uma espécie de ''''injeção'''' de alguma substância no solo na área interditada e em toda a extensão da rua, e hoje (dia 8) interditaram a rua com a notícia de afundamento. Será o prenúncio de uma nova tragédia?RONIE PRADO de OLIVEIRAPinheirosO Metrô responde:''''O afundamento provém das precárias condições do pavimento ao longo de toda a Rua dos Pinheiros. Já no trecho interditado e depois liberado pela construtora da obra, detectou-se uma acomodação do solo, que será reparada assim que o processo se estabilizar. Asseguramos que não há nenhum problema que possa vir a ocorrer nos moldes de janeiro (acidente em que uma parte do túnel de acesso da construção da Estação Pinheiros desmoronou). No mais, o que houve foi vazamento da espuma biodegradável utilizada pelo Shield ou ''''tatuzão'''' (equipamento utilizado para escavar o túnel) em dois pontos do trecho, através de medidores de nível d''''água.Carta 19.059Casas danificadasA abertura do túnel na Av. Prof. Francisco Morato, entre os n.ºs 2.800 e 3.300, deixou a casa de meus sogros e outros moradores com rachaduras e desnivelamento. A estação do metrô ainda nem funciona, mas a STM já abriu a Rua Rio Azul para receber um trânsito pesado, como o que atravessa a Francisco Morato no sentido Manoel Jacinto, na Vila Sônia. Quatro empresas de engenharia e construção avaliaram o conserto de um sobrado que estava perfeito em R$ 40 mil. Que culpa têm os moradores da imperícia dos engenheiros contratados? O Metrô ofereceu R$ 16 mil - mas como é que meus sogros (72 e 62 anos) irão pagar a diferença? Sem contar o risco de desabamento...RICARDO FERREIRA CARDOSOBauru/SPO Metrô responde:''''O Consórcio Via Amarela, responsável pela construção da Linha 4 (V. Sônia-Luz), informa que as negociações com os donos do imóvel estão em andamento.''''O sogro do leitor informa que fechou acordo com a empresa responsável pela obra no dia 24 e receberá o dinheiro em 15 dias.Meus parabéns ao pessoal da área administrativa do Shopping Metrô Boulevard Tatuapé. Coleciono camisas de clubes de futebol e no sábado 11 esqueci uma sacola com duas novas camisas no guichê do estacionamento, o que percebi apenas à noite, quando o shopping já havia fechado. Voltei no dia seguinte , e me sugeriram procurar os achados e perdidos - onde encontrei o pacote. Quando perdemos algo num lugar público, sugiro um voto de confiança, porque podemos encontrar profissionais honestos e competentes.LUIZ FERREIRA - CapitalCorrespondência para São Paulo Reclama: e-mails para sprec@estado.com.br; cartas para Av. Eng.º Caetano Álvares, 55, 6.º, CEP 02598-900 ou fax 3856-2929, com nome, end., RG e tel., a/c de CECILIA THOMPSON, podendo ser resumidas a critério do jornal. Cartas sem esses dados não serão consideradas. As respostas não publicadas serão enviadas pelo correio.

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