Cartas

Seguradora está ''''em dificuldades financeiras'''' e não tem como pagar

O Estadao de S.Paulo

07 Setembro 2006 | 00h00

Roubo em estacionamento No dia 18/9/06, minha cunhada teve o carro roubado na Vaz Estacionamentos, na frente do trabalho, e fez BO, mas apesar dos vários contatos com o estacionamento e a seguradora mas ainda não foi ressarcido. A seguradora estaria com dificuldades financeiras e por isso não teria como pagar o seguro. Enviamos notificação extrajudicial pelo cartório de registro de documentos e não fizeram nada. FABIANA FERRON Aclimação A Vaz Estac. responde: ''''Não deixamos de atender d. Kelli Mielo, que foi quem entrou em contato conosco. A JPS Sulina, seguradora do estacionamento, está sob intervenção judicial, o que causou a demora no pagamento. Enviamos toda a documentaççao pedida pela seguradora para uma pronta indenização, sendo informados de que o valor seria pago. Nosso advogado fez várias tentativas para pagarem o valor, sem sucesso. No último contato com a JPS Sulina informaram que d. Kelli acionou seu seguro pela Liberty Paulista e será ressarcida. Quando uma seguradora indeniza um segurado existe uma cláusula contratual de subrogação de direitos. Isto é, a partir do momento que foi indenizada, ela passa todos os diretos do seguro para a seguradora. Na prática, quer dizer que a Liberty vai receber esse valor extrajudicialmente, via negociação ou via judicial. Portanto, no momento não é mais cabível a indenização para a reclamante, mas cabe dizer que estamos à disposição para dirimir dúvidas.'''' CLAUDINEI PARDINI - Pardini Corret. Detentora da apólice Vaz Estac. Carta 19.073 Adetax esclarece Em ref. à carta 19.054 de 28/8 (Novas vagas e alvarás, de João Alberto Giannella, a Assoc. das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo esclarece que o leitor não consta no cadastro da Adetax, que reúne os nomes dos motoristas que trabalham atualmente com táxis de frota. As frotas existem desde 1969 e repudiam com veemência toda e qualquer insinuação de exploração. Ao contrário, é a opção mais procurada por quem quer ser taxista, por não exigir investimentos para começar a trabalhar (não é preciso comprar o táxi) e por oferecer benefícios a todos os taxistas. O motorista é quem escolhe a frota e essa procura não pára de crescer. Na frota, ele dirige carros com média de dois anos de uso, não paga renovação de alvará, vistoria do taxímetro ou depósito placa nem impostos como IPVA, IPI e ICMS. Também nada paga pela manutenção do carro e tem seguro de vida garantido. A filiação ao Sindicato dos Motoristas de Frotas também dá direito a médico, odontologista e colônia de férias. O taxista fica com o carro da empresa durante 24 horas, e é ele que decide em que horário quer trabalhar. Por causa disso, há taxistas que trabalham na mesma empresa há mais de 20 anos. A Adetax aguarda resposta do poder público sobre a data do próximo sorteio de pontos e sobre a mudança na lei para permitir que o taxista de frota também possa votar e ser votado para coordenar pontos. Os táxis de frota ficaram fora do último sorteio. As frotas também merecem vagas em pontos bons, pois são pioneiras na categoria e merecem os mesmos direitos. É realmente urgente a fiscalização mais efetiva dos ''''auxiliares de táxi'''', pois a Adetax reprova a ação de quem trabalha ferindo a legislação. Para denunciar essa prática, os taxistas contam com a Ouvidoria da Adetax, bastando ligar para o (0800)772-8294 (lig. gratuita). Sobre a Lei 13.515/03, que retirou unilateralmente das frotas 700 alvarás, o Sindicato das Empresas de Táxis entrou com ação na Justiça. Em 2004 os alvarás puderam ser sorteados e passados para os taxistas que se habilitaram, mas a transferência é provisória, porque a ação segue no Tribunal de Justiça e não foi julgada em definitivo. Além disso, são comuns os comentários no setor de que metade dos taxistas que ganharam os alvarás os transferiram meses depois (provavelmente recebendo por isso), e a Adetax sugere que tais transações sejam investigadas a fundo pela Secretaria Municipal de Transportes, pois além do processo estar sub judice as transferências não estavam previstas no projeto que originou a lei. RICARDO AURIEMMA - presidente Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo Por falar em táxi, gostaria que a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) explicasse à população qual dos três combustíveis - gasolina, álcool ou gás natural - é considerado no cálculo das tarifas de táxi. Seria pelo mais caro, a gasolina, enquanto o álcool é amplamente usado - e mais ainda o gás natural? BOB SHARP Moema Correspondência para São Paulo Reclama: e-mails para sprec@estado.com.br; cartas para Av. Eng.º Caetano Álvares, 55, 6.º, CEP 02598-900 ou fax 3856-2929, com nome, end., RG e tel., a/c de CECILIA THOMPSON, podendo ser resumidas a critério do jornal. Cartas sem esses dados não serão consideradas. As respostas não publicadas serão enviadas pelo correio.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.