Cartas

Carta 19.332Barulhaço no Playcenter O barulho que o Playcenter faz à noite incomoda os moradores da região. Parece que a direção da empresa crê que os lucros são proporcionais aos decibéis gerados. Fiz queixa na Prefeitura e não descansarei (literalmente, já que não posso dormir) enquanto não conseguir que o Playcenter cumpra o que se espera de uma empresa decente: respeito ao direito ao sono do cidadão.ANDRE S BASSO Barra FundaO Playcenter responde:"Lamentamos o incômodo causado na madrugada do dia 11/11. No dia 10, o parque foi cenário do evento da Rádio Energia, que cumpriu rigorosamente os parâmetros de som legais, garantindo o limite de 45 decibéis do início ao fim da festa. É raro o parque ter eventos após as 22 hs. Quando ocorrem, eles obedecem às leis municipais. Este ano, esse foi o único evento após esse horário. Felizmente, não recebemos mais nenhuma queixa de vizinhos ao parque, sendo a reclamação uma exceção." ANDREAS AUERBACH - Diretor geral O leitor comenta:Enviei a queixa ao Playcenter, sem resposta. Foi preciso a força do Estadão. Queria entender o que exatamente o parque lamenta, pois certamente não é o incômodo causado. Citar leis dá a entender que o parque as cumpre - mas 45 decibéis equivalem ao ruído do trânsito leve ou ao nível médio de ruído de um escritório. Eu moro a 2 km do parque. Será que se a emissão fosse de 45 decibéis durante todo o evento, portas e janelas vibrariam? E ao dizer que fui o único a reclamar, a empresa tenta desqualificar a queixa. Carta 19.333Ticketmaster, 2 casosEm 9/10, comprei 5 ingressos pela Ticketmaster para o show Lazy Town, no Citibank Hall, para o dia 27 às 11 horas. Eu iria com meu marido e três filhos, mas infelizmente caí na rua e quebrei o pé direito, antes do show. Fui ao hospital, fiz raio-X e demais exames para quem sofre esse tipo de acidente. À tarde, meu marido foi ao Citibank Hall para trocar os ingressos para o show das 17 horas, explicando o que acontecera e mostrando o relatório médico para provar por que não havíamos comparecido. Pediram para ele voltar durante a semana por não ser possível resolver o caso na hora (o responsável não estava). Voltei lá dia 31 à tarde, mas daí disseram que deveríamos ter comparecido no dia do show para fazer a troca. Detalhe: consegui essa resposta só após passar por quatro pessoas antes de falar com a atendente. Será que eu precisaria ter bola de cristal para saber que iria quebrar o pé no dia do show? Também quero saber se R$ 350 (R$ 100 por adulto e R$ 50 cada criança), não valem nada neste País. Respeito, educação e atenção aos direitos do consumidor não existem. Estivemos lá no dia para fazer a troca, mas o tal do ?responsável? não estava. E a culpa é nossa? RAQUEL PALUMBOOsasco/SPA Ticketmaster responde:"Temos equipes especializadas para prestar esclarecimentos com clareza. Os ingressos valem apenas para a data, hora e local para os quais foram emitidos, sendo a garantia de acesso ao evento. Não é possível fazer nenhuma alteração ou cancelamento no ingresso após a data e horário do espetáculo."N. da E.: esta é uma resposta que colide frontalmente com o que foi dito à leitora quando lá voltou, e não responde à sua questão fundamental: por que não lhe disseram isto quando ela lá esteve no mesmo dia? Há quase um mês (carta de 1/11), aguardo um esclarecimento da Ticketmaster ref. ao mau atendimento que recebi. Se a empresa fosse séria, mesmo não concordando com a reclamação esclareceria as questões levantadas de maneira clara. Comprei ingressos pela internet mas não recebi o e-mail de confirmação. Entrei no site e enviei mensagem, mas não responderam. Gastei 20 minutos de interurbano, e mesmo assim não tive confirmação da compra. No dia do evento não houve problemas para tirar os ingressos na bilheteria, mas não fiquei satisfeito com o atendimento.MARCO AURÉLIO FERRERONISantos/SPA Ticketmaster responde:"Confirmamos os pedidos feitos por e-mail nos dias 5 e 8/10. O prazo de confirmação é de três dias como consta no nosso site. Ainda assim, enviamos a mensagem à área responsável, para que possamos aprimorar os serviços a fim de manter o grau de reconhecimento que obtivemos no ramo do entretenimento. E isso somente é possível com as informações trazidas pelos nossos clientes."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.