Casas próximas ao local do acidente estão comprometidas

A Defesa Civil do município de São Paulo está notificando todas as famílias que residem próximas à cratera aberta com o desabamento das obras da estação Pinheiros do Metrô para saírem do local porque as estruturas de todas as residências estão comprometidas. No entanto, a assessoria de imprensa do órgão, ainda não contabilizou quantas famílias terão que deixar suas casas e nem quantos quilômetros precisaram ser isolados. "O problema é que o local ainda está desabando", informou a assessoria. Dez técnicos da Defesa Civil estão atuando no local, em conjunto com as equipes da Prefeitura e do Corpo de Bombeiros. O coronel da Polícia Militar Ezau Segalla, que está vistoriando o local das obras da estação Pinheiros da futura linha amarela do Metrô, afirmou que o guindaste que está à beira da cratera aberta no local é a maior preocupação da polícia no momento. Segundo ele, a empresa responsável pelas obras deverá ancorar o guindaste e desmontá-lo após sua retirada. Entretanto, o guindaste corre o risco de cair a qualquer momento.Segundo o coronel, as casas e carros no entorno da região não correm mais risco. Não há a confirmação de vítimas até o momento e o local já foi totalmente evacuado, mas os carros que estão em estacionamentos da região não podem ser retirados. A Polícia Militar promete permanecer no local das obras durante a noite para proteger os bens das pessoas que tiveram de abandonar a região devido ao acidente.Apesar da cratera aberta nas obras da futura estação Pinheiros, a assessoria de imprensa do Metrô insiste em dizer que vai entregar seis das 11 estações que farão parte da linha amarela em 2008, dentro do prazo já estabelecido antes do desabamento de hoje. Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, mais de R$ 1,2 bilhão já foram gastos nas obras da linha amarela.Problemas no telefoneO desabamento da estação Pinheiros da linha 4 (amarela) do metrô de São Paulo deixou cerca de 100 clientes da Telefonica sem linha telefônica na região prejudicada. O acidente afetou um cabo de baixa capacidade da operadora. A empresa aguarda a liberação do local para restabelecer o serviço para esses usuários. As informações são da assessoria de imprensa da companhia.Colaborou Graziella Valenti

Agencia Estado,

12 de janeiro de 2007 | 17h41

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