Caso Joaquim: populares e imprensa se juntam para ver reconstituição

PM usa cavalaria para garantir segurança ao padrasto do menino, que usa colete à prova de bala

Rene Moreira, Especial para O Estado de S. Paulo

22 de novembro de 2013 | 16h48

Atualizada às 17h20

FRANCA -Terminou por volta das 16h50 desta sexta-feira, 22, a reconstituição do desaparecimento do menino Joaquim. O padrasto Guilherme Longo participou de tudo e mostrou aos peritos todos os passos que diz ter dado na madrugada do dia 5 de novembro, quando o garoto de 3 anos sumiu misteriosamente de seu quarto.

 

A polícia montou um grande esquema de segurança e o padrasto vestiu colete à prova de balas, mas ainda assim chegou e saiu debaixo dos gritos de "assassino" e "justiça". Quando deixava o local ainda quase foi agredido por uma pessoa que tentou sem sucesso ultrapassar o cordão de isolamento feito pela polícia. Houve também muito tumulto e gritaria quando se encontrava na região.

 

Antes de deixar o Jardim Independência, em Ribeirão Preto, de volta à DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Guilherme refez inclusive o trajeto até a rua onde teria ido comprar cocaína, sem sucesso, e voltado para casa. Na madrugada do dia 5, Joaquim desapareceu e cinco dias depois seu corpo foi encontrado boiando no rio Pardo, em Barretos (SP).

 

A polícia fez a reconstituição na tentativa de juntar mais elementos para indiciar Guilherme Longo. Ele é visto como principal suspeito da morte de Joaquim, que pode ter morrido vítima de uma dose excessiva de insulina. A mãe do garoto, Natália Longo, está presa e não participou da reconstituição.

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