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CEF não leiloava ilegais há 3 anos

O penhor é uma forma de empréstimo rápida e com juros baixos. O credor (banco) retém o bem como garantia de pagamento, o que diminui o risco de calote. No ano passado, o setor de penhores da Caixa Econômica Federal (CEF) emprestou R$ 5,8 bilhões. Quando o bem não é resgatado pelo cliente, seis meses depois do prazo, em média, o banco promove leilões para reaver o dinheiro emprestado. "Antes, qualquer um podia ir à Caixa e penhorar joias. O mercado paralelo correspondia à cerca de 8% do oficial", afirma Tufy Karan, presidente da Associação dos Relojoeiros e Joalheiros do Estado do Paraná (Arjep). Com o apoio do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (Ibgm), Karan conseguiu mudar algumas regras praticadas pela Caixa. Com a adoção de novas medidas, como checagem do CPF na Receita Federal, há três anos não ocorrem denúncias de que joias de origem ilícita foram comercializadas em leilões promovidos pelo banco.

, O Estadao de S.Paulo

22 de junho de 2009 | 00h00

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