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Celulares em presídios: CPI ouve dirigentes de 4 empresas

A CPI do Tráfico de Armas, na Câmara, marcou para amanhã audiência em que será discutido com dirigentes das quatro maiores empresas de telefonia celular em operação no País o uso de celulares nos presídios. O início da sessão está previsto para as 14 horas. O presidente da Tim, Mario Cesar Pereira de Araújo, já confirmou presença. Também foram convidados os presidentes da Vivo, Roberto Lima, da Claro, Luís Cosio, e da Oi, Luiz Eduardo Falco. Na semana passada, a CPI ouviu o superintendente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Edílson Ribeiro. O celular é apontado como um dos principais instrumentos para a comunicação dos bandidos que estão presos com marginais que estão fora dos presídios. O governo está estudando a edição de um decreto presidencial ou de uma medida provisória com regras para o bloqueio dos celulares nos presídios e medidas para aumentar a segurança nas penitenciárias e evitar a entrada de telefones móveis. Na sexta-feira passada, as operadoras Vivo, Tim, Claro, Embratel, Nextel e Telefônica, cumprindo determinação da Justiça, desligaram parcialmente antenas de celulares próximas a presídios paulistas em Avaré, Araraquara, Iaras, Presidente Venceslau, São Vicente e Franco da Rocha.

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