Cenipa nega versão de que piloto não tentou arremeter

"Não é prudente fazer qualquer tipo de especulação com as informações", diz brigadeiro

Leonencio Nossa, Estadão

23 Julho 2007 | 18h21

A notícia de que o piloto do Airbus da TAM que explodiu no Aeroporto de Congonhas não tentou arremeter (decolar de novo), antes do acidente, foi contestada pelo chefe do Centro Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Jorge Kersul Filho, informou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.   De acordo com assessores, o brigadeiro Kersul transmitiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse informado de que não procede a versão de que o piloto não tentou arremeter, divulgada em Washington pelos deputado Efraim Filho (DEM-PB) e Marco Maia (PT-RS).   "Não é prudente fazer qualquer tipo de especulação com as informações que ainda estão na caixa-preta", afirmou Kersul, de acordo com os assessores do Planalto. Segundo os deputados Efraim e Maia, as informações preliminares da caixa-preta do Airbus, o trajeto do avião indica uma linha reta até o momento do acidente.   A versão de que o piloto, ao perceber a impossibilidade de frear, teria tentado levantar vôo novamente, foi uma das primeiras que surgiu logo após o acidente, ocorrido no início da noite do dia 17.

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