Central clandestina funcionava em prédio da Telefônica

A Polícia Civil de Sorocaba, noInterior de São Paulo, descobriu quatro centrais telefônicasclandestinas que permitiam as conversações entre presos devários Estados, entre eles, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais,Espírito Santo e Mato Grosso. Quinze pessoas foram presas. A central-mãe funcionava dentro de um prédio daTelefônica, em Interlagos, na capital. O técnico Fernando CesarAlves de Souza, de 30 anos, funcionário de uma prestadora deserviços à empresa, criou terminais fantasmas permitindo ainterligação das centrais. A polícia descobriu quatro células de telefoniainstaladas nos bairros Nova Esperança, Vila Carol e NovaSorocaba. O esquema era chefiado por Kátia de Souza Retrão, 31,Ana Miriam Batista, de 47, e pelo preso do regime semi-aberto,Sandro Cristiano Rodrigues, 29. Eles faziam as vendas das linhasclandestinas, acessada através de celulares, para presos eoutros interessados. A operação foi comandada pela Delegacia de InvestigaçõesGerais de Sorocaba, com o apoio de uma equipe do Denarc, de SãoPaulo. Segundo o titular da DIG, André Moron, pelo menos 1500telefones estavam sendo usado no esquema.

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