Central recorre e diz que não houve prejuízo

A Força Sindical informou que já recorreu e que espera revisão da sentença. Em nota subscrita por seu advogado Antonio Rosella, a entidade alega que a sentença considerou a "existência de irregularidades formais". A sentença destaca que a responsabilidade de Paulinho da Força "decorre apenas pelo fato de, à época dos convênios, ser ele o presidente da associação civil, e que não há qualquer tipo de dolo ou fraude". "Restou comprovado integral execução dos convênios, não existindo prejuízos ao erário." Os institutos contratados rechaçaram nos autos a prática de irregularidades.

, O Estado de S.Paulo

23 Novembro 2010 | 00h00

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