Chefe de quadrilha que roubava laptops é morto em SP

Um homem acusado de chefiar uma quadrilha que roubava laptops no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, foi morto na manhã desta sexta-feira, 23, durante a operação nacional da Polícia Civil para combater a criminalidade. Anderson Barros Santana foi abordado, por volta das 8h30, pelos policiais da delegacia do aeroporto na Rua Doutor Gustavo da Veiga, no Jardim Miriam, também na zona sul.Ao reagir à prisão, Santana começou um tiroteio e acabou sendo baleado. Ele foi encaminhado ao pronto-socorro Sabóia, mas não resistiu aos ferimentos. Na casa dele, foram apreendidos laptops roubados e uma moto, que policiais acreditam ser o veículo usado por Santana nos crimes. A ação fez parte da operação nacional que está sendo coordenada por Mário Jordão Toledo, delegado-geral da Polícia Civil em São Paulo e resultou na apreensão de drogas e armas nesta manhã. Roubo de cargasCinco pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira, 23, em Santos, no litoral sul de São Paulo, durante a Operação Nacional da Polícia Civil. Eles são acusados pelo comando de ações de roubo de cargas no porto de Santos. As prisões fazem parte da operação iniciada na manhã de hoje, em todo o território do país.Entre as ações a serem cumpridas estão mandados de prisão preventiva, temporária e administrativa, além da recaptura de foragidos, detenção de criminosos em flagrante, ocupação de áreas consideradas de risco, e realização de bloqueios, entre outras. Rio de JaneiroNo Rio, seis toneladas de carne suína com prazo de validade vencido foram apreendidas, na manhã desta sexta-feira, no município de Itaboraí, por policiais da Delegacia do Consumidor (Decon) durante a Operação Nacional das Policiais Civis. A mercadoria foi encontrada em um frigorífico clandestino que fornecia normalmente para diversos mercados daquela região. Os 20 agentes da Decon, comandados pela titular da especializada, Andréa Menezes, prenderam Come Caetano dos Santos, de 48 anos, Robson Gonçalves da Silva, de 44 anos, responsáveis pelo local. Eles foram autuados por crime contra o consumidor, cuja pena varia de um a cinco anos de detenção. O proprietário do estabelecimento, Carlos Gustavo Rezende Guedes Maciel, não foi localizado, mas também será indiciado pelo mesmo crime. No Espírito Santo, a Polícia Civil já deteve pelo menos 60 pessoas. De acordo com informações da TV Globo, por falta de espaço nas cadeias, alguns presos estão sendo colocadas em microônibus nas delegacias.

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