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Chega a 130 o número de mortos durante onda de violência

Mesmo após o fim das rebeliões nos presídios do Estado e a suspensão dos atentados, por ordem do PCC, foram registrados novos ataques durante a madrugada e mais 33 criminosos foram mortos, elevando o número de suspeitos mortos em confrontos com a polícia para 71, desde a noite de sexta-feira, 12.Até as 20 horas de segunda-feira, números oficiais da Secretaria de Segurança Pública davam conta da morte de 38 criminosos desde a noite de sexta. Hoje, o número chegou a 71, de acordo com novo balanço divulgado pela SSP. O número de ataques, que oficialmente era de 180 até a noite de ontem, passou para 251, segundo o novo balanço. Destes ataques, 80 foram a ônibus, 15 a bancos, um a uma garagem de ônibus, e um à estação de metrô Artur Alvim. A polícia já prendeu 115 criminosos e apreendeu 113 armas. Vinte e três policiais militares foram mortos desde sexta-feira, além de seis policiais civis, três guardas municipais, oito agentes de segurança penitenciária e quatro cidadãos comuns. Também foram mortos 15 presos em rebeliões em cadeias e penitenciárias, totalizando 130 mortos desde o início da onda de violência. Entre os feridos, estão 22 policiais militares, seis policiais civis, oito guardas municipais, um agente penitenciário e 16 cidadãos. A ordem para suspensão das rebeliões e ataques foi dada após uma longa conversa entre o líder da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, três representantes do governo - um coronel da PM, um delegado e um corregedor - e uma advogada. A Secretaria da Administração Penitenciária nega o acordo, confirmado à reportagem do Grupo Estado por duas fontes do governo.

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