Cheias de rios deixam 37 cidades em situação de emergência no AM

Municípios de Boca do Acre e Humaitá estão em calamidade pública. Defesa Civil estima que 310 mil pessoas estejam afetadas no Estado

Luciana Dias, Especial para O Estado

15 de julho de 2014 | 10h38

MANAUS - Cerca de 310 mil pessoas foram afetadas pela cheia dos rios do Amazonas, de acordo com a Defesa Civil do Estado. Agora, são 39 cidades prejudicadas, sendo 37 cidades em situação de emergência e duas, Boca do Acre e Humaitá, no sul do Amazonas, em estado de calamidade pública.

Nos últimos dias, cinco cidades entraram na lista da Defesa Civil: Autazes, Itacoatiara, Anori, Careiro Castanho e Codajás. Já estavam nessa relação os municípios: Borba, Apuí, Envira, Guajará, Ipixuna, Lábrea, Novo Aripuanã, Manicoré, Nova Olinda do Norte, Tapauá, Anamã, Barreirinha, Beruri, Boa Vista do Ramos, Caapiranga, Canutama, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Fonte Boa, Iranduba, Jutaí, Manacapuru, Manaquiri, Maraã, Maués, Nhamundá, Parintins,Pauini, Silves, Tefé, Itamarati, Urucará e Urucurituba.

Técnicos da Defesa Civil do Amazonas e militares do Corpo de Bombeiros do Amazonas realizaram no último sábado, 12, uma ação emergencial com entrega de kits de ajuda humanitária no município de Careiro Castanho (distante 88 quilômetros de Manaus), uma das cidades afetadas pela cheia do rio.  O Estado e o Governo Federal têm auxiliado as 63.212 famílias atingidas.

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