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Chuva deixa rastro de destruição e mais de mil desalojados em Florianópolis

Em quatro dias, choveu na capital catarinense 400 mm, o equivalente a dois meses de chuva no Estado

Marcone Tavella, Especial para O Estado

12 Janeiro 2018 | 13h02
Atualizado 13 Janeiro 2018 | 00h30

FLORIANÓPOLIS - A chuva diminuiu em Florianópolis, mas deixou um rastro de destruição. De acordo com a Defesa Civil, 1,3 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas. Estão abrigadas junto com amigos e parentes ou em prédios públicos improvisados para recebê-las, como a Escola Donícia Maria da Costa, no bairro Saco Grande, e a Passarela Nego Quirido, no Centro.

A forte chuva afetou o litoral catarinense de segunda a quinta-feira, 11. Nestes dias, choveu na capital catarinense 400 mm, o equivalente a dois meses de chuva no Estado. O governador Raimundo Colombo (PSD) autorizou a liberação de R$ 3 milhões após o prefeito Gean Loureiro (MDB) decretar situação de emergência.

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A Defesa Civil organizou uma força-tarefa entre poder público municipal, estadual, Corpo de Bombeiros e Assistência Social para que a cidade possa voltar a sua rotina o mais breve possível. Pelas estatísticas, há 30 residências interditadas por risco de desabamentos, quatro pontes destruídas, danos em diversas vias públicas e rodovias. Além de incontáveis prejuízos a bens particulares, como carros, eletrodomésticos e mobílias. Há quatro postos de doação espalhados na cidade. 

Os municípios afetados foram Lauro Muller, Imbituba, Florianópolis, Braço do Norte, São josé, São Joaõ Batista, Biguaçu, São Francisco do Sul, Penha, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Bombinhas, Navegantes, Taió, Camboriú, Porto Belo, Governador Celso Ramos, Tijucas, Palhoça, Canoinhas, Joinville e Brusque.

Três pessoas morreram no Estado e uma continua desaparecida. 

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