Wilton Júnior / Estadão
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Sobe para 134 o número de pessoas mortas em Brumadinho; 199 permanecem desaparecidas

Chuva atrasou as buscas por vítimas na manhã desta segunda-feira; por volta das 7 horas, as equipes retomaram, normalmente, os trabalhos, exceto em um ponto à direita da barragem rompida, que oferece menor segurança

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de fevereiro de 2019 | 08h09
Atualizado 04 de fevereiro de 2019 | 16h01

SÃO PAULO - As buscas por vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em Minas Gerais, começaram mais tarde nesta segunda-feira, 4, por causa da chuva que caiu na região do acidente. Geralmente começam às 5h, mas nesta segunda foram retomadas mais tarde.

"Aeronaves com condições de voo seguro. As equipes retomaram, normalmente, os trabalhos, exceto em um ponto à direita da barragem rompida, que oferece menor segurança", informou o Corpo de Bombeiros.

Por volta do meio-dia, foram divulgados novos números. Segundo a corporação, 134 pessoas morreram e 199 permanecem desaparecidas.

Números atualizados:

Localizados: 394

Óbitos: 134

Identificados:120

Desaparecidos: 199

Ainda nesta madrugada, circularam informações de que sirenes teriam sido acionadas na região. Contudo, segundo o Corpo de Bombeiros, elas não procedem. Militares em Brumadinho afirmaram que aparentemente houve um som, mas ele não foi proveniente da região afetada pelo rompimento da barragem ou de outra barragem da Vale, e sim de uma empresa próxima.

Por volta das 8h, o tempo em Brumadinho começou a abrir. Um helicóptero Arcanjo seguia de Belo Horizonte em direção à região da tragédia para avaliar a situação, informou o Corpo de Bombeiros.

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