Cidade de Alagoas é tombada como patrimônio histórico

A cidade de Marechal Deodoro passa a ser, nesta quinta-feira, 17, a terceira cidade alagoana e a 62ª do país tombada como Patrimônio Histórico Nacional. A homologação do tombamento do Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Marechal Deodoro deverá contar com a presença do ministro da Cultura, Gilberto Gil, do governador Luis Abílio (PDT), do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Luiz Fernando de Almeida, e do prefeito Danilo Dâmaso (PMDB).Durante a cerimônia de oficialização do tombamento, aprovado no último dia 3, no Rio de Janeiro, o ministro Gilberto Gil anunciará a liberação de R$ 300 mil para a restauração da cobertura da Igreja Santa Maria Madalena. Pelo menos 800 imóveis, entre casarios e monumentos arquitetônicos - igrejas, palácio provincial, convento Santa Maria Madalena e Casa da Cadeia - serão tombados.Segundo a coordenadora do Pró-Memória da Secretaria Executiva de Cultura, Adriana Guimarães, as três instâncias de governo - federal, estadual e municipal - empenharam-se na edição e distribuição de 13 mil gibis que já estão sendo entregues - desde a última terça-feira - à população de Marechal, explicando a importância e implicações do tombamento da cidade cujo nome é uma homenagem ao proclamador da República, o marechal alagoano Deodoro da Fonseca. "Trata-se de um reconhecimento federal, o que credenciará a cidade aos financiamentos provenientes do Programa Monumenta, destinados à restauração da cidade. Somente concorrem aos recursos deste programa cidades tombadas em Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a exemplo de Penedo e Piranhas", explicou Adriana Guimarães, referindo-se a outras duas cidades alagoanas, que ficam às margens do Rio São Francisco.

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