Cidade suja

Mudei-me há um ano para o bairro Vila Nova Conceição e me surpreendi com as condições da calçada em torno da escola pública Martim Francisco, entre as Ruas Domingos Leme, Brás Cardoso, Jacques Félix e Domingos Fernandes. Além da calçada estar em péssimas condições (uma vez que a escola é pública, a quem reclamar do descaso?), tornou-se "moradia" de muitos carroceiros, que se apoderam do espaço público dificultando a passagem de pedestres, pois levam cães de grande porte e se deitam sobre as calçadas. Na própria Rua Domingos Leme há um morador que construiu sua "casa" em torno de um poste e há também na Rua Brás Cardoso dois sofás encostados no muro da escola. O que fazer com o entulho despejado por lá? A escola pintou seu muro, mas deixa sua calçada sempre suja. Existe alguma lei que possa coibir tal situação? A circulação de pessoas é livre e soberana, mas e a apropriação e o descaso com o espaço público? Para mim cidade limpa significa principalmente respeito e cuidado pelo espaço coletivo.ANITA CATARINA SCHREURSSão PauloPaola Martins, da Assessoria de Comunicação da Subprefeitura da Vila Mariana, informa que o entulho e a sujeira descartados irregularmente na calçada em torno da escola Martim Francisco, entre as ruas Domingos Leme, Brás Cardoso e Jacques Félix e Domingo Fernandes, serão removidos nesta semana pela equipe da subprefeitura. Quanto aos moradores de rua, a subprefeitura já encaminhou o caso à Supervisão de Assistência Social (SAS) da região, a fim de que sejam intensificados os serviços de conscientização e encaminhamento.A próxima tragédiaO episódio da Igreja Renascer mostra o descaso e a negligência com que a Prefeitura trata esses estabelecimentos. Tenho a infelicidade de morar ao lado de uma dessas igrejas: a Igreja da Graça, localizada na Rua Cardeal Arcoverde, 2.850 em Pinheiros. Ela não possui licença para funcionar e desrespeita seus vizinhos todos os dias com som altíssimo, mesmo com as inúmeras reclamações feitas pelos vizinhos à Prefeitura há vários anos. Ela será a próxima a causar uma tragédia à população ou a Prefeitura vai parar de ser tão negligente com esses estabelecimentos?RICARDO NAGYSão PauloIPVA de carro furtadoNo dia 14/10/2007 minha filha teve o seu carro, um Fiat Palio, furtado. A seguradora tomou as providências cabíveis e efetuou a indenização. Após a transferência da posse do veículo para a seguradora (em 22/10/07), ela deveria comunicar o Detran sobre o ocorrido. Como a seguradora não cumpriu com sua parte, o Detran cobrou da minha filha o IPVA de 2008. Ela reclamou com a empresa, que se prontificou em corrigir a situação. Entretanto, nada foi feito, pois o Detran está cobrando novamente o IPVA de 2008 e de 2009 de um carro que não mais lhe pertence. Como proceder para que ela não conste como devedora no Detran e na Serasa?JOSÉ DANILO BELDERRAINSão PauloA Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo esclarece que nos registros do veículo informado no Detran e na Secretaria da Fazenda não constam a informação do furto, e a filha do sr. Belderrain ainda está como proprietária, por isso o motivo da cobrança. A obrigação de informar ao Detran sobre a transferência do veículo é imposta pela legislação (artigo 143 do Código de Trânsito Brasileiro) tanto ao vendedor como ao comprador, sob pena de o vendedor continuar como responsável pelos impostos e os demais encargos. Nesse caso, a melhor saída é regularizar a situação com o Detran informando a transferência para evitar débitos futuros e tentar se ressarcir com a seguradora dos débitos anteriores, amigavelmente ou judicialmente.Propaganda enganosaAo ler a carta do sr. Mauro Sérgio de Medeiros (25/1), deparei-me com uma história semelhante à que ocorreu com minha mãe, de 79 anos. Em novembro, época em que ela estava viajando, ligou uma funcionária da Telefonica dizendo que, por ela ser uma cliente antiga, havia sido sorteada e receberia de brinde um aparelho para usar Speedy e internet. Argumentei que ela estava viajando e que pela idade avançada ela não tinha internet nem computador e que nunca iria usar os serviços. A funcionária me convenceu de que seria melhor aceitar, pois ela iria pagar um valor fixo bem menor do que pagava. Era só passar o CPF. Então me deparei com a carta do sr. Medeiros. Fiquei indignada! Solicito que a Telefonica forneça a gravação da ligação feita naquele dia. Fui enganada! Ou então irei ao Procon registrar queixa por uso de propaganda enganosa.MARIA LUCIA PATRIANI GERVINO São PauloAs cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.