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Comissão vai estudar como impedir celular em presídios

A CPI do Tráfico de Armas decidiu criar um grupo de trabalho coordenado pelo deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP) para estudar uma solução que impeça o uso de celulares nos presídios. O grupo vai convidar representantes do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, das Secretarias de Segurança Pública dos Estados, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), das operadoras de telefonia celular e de universidades para trabalharem na elaboração da proposta.Semeghini adiantou que, na segunda ou terça-feira próximas, o grupo deverá definir seu cronograma de trabalho e que, em dez dias, poderá iniciar testes em algumas penitenciárias, provavelmente em São Paulo, foco das últimas rebeliões do crime organizado.Inicialmente, o deputado pretende trabalhar com soluções conjuntas, com uso de bloqueadores e o desligamento de antenas de celulares. O deputado estima que serão necessários de R$ 100 mil a R$ 200 mil por presídio para adoção dessas medidas e disse que vai pedir às operadoras que banquem esse gasto.A CPI encerrou sessão em que discutiu o assunto com dirigentes das empresas de telefonia TIM, Vivo, Claro e Oi.

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