Comitês de Serra em Minas ficam no papel

A estratégia de criar comitês pró-Serra em cidades de Minas Gerais e Rio de Janeiro para alavancar a candidatura do tucano praticamente não saiu do papel. Quando a cúpula do PSDB fincou uma coordenação da campanha presidencial em Minas há um mês, a meta era montar 40 comitês para cobrir os 800 municípios mineiros. Hoje, porém, só três comitês estão funcionando.

Christiane Samarco / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2010 | 00h00

O PSDB também desistiu de montar escritório central da campanha Serra em Brasília. E o conselho político, formado por representantes dos partidos da coligação, não será efetivado.

Diante da escassez de material e de informações sobre a campanha, centralizada em São Paulo, tucanos e aliados do DEM e PTB resumem a situação numa frase: "O que falta mesmo é dinheiro." Como o material de campanha é "muito escasso", um dirigente mineiro explica que "não há o que levar para o interior" do Estado.

Um tucano carioca diz que o comitê do Leblon, no Rio, está "às moscas", sem movimento, porque não tem adesivo para distribuir aos simpatizantes da candidatura Serra: "Como não tem dinheiro, não tem campanha."

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