Conheça as regras da Anvisa para bronzeamento artificial

A estudante Andréa Lindner, 34 anos, está internada em coma na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Quinta D?Or, no Rio de Janeiro, com queimaduras em 98% do corpo. Segundo familiares, as lesões apareceram depois que ela passou por duas sessões de bronzeamento na Clínica de Estética Marly Machado, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.Em 18 de novembro de 2002, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou a Resolução da Diretoria Colegiada 308, que regulamenta o funcionamento das câmaras de bronzeamento artificial. Essas são algumas regras que devem ser seguidas pelas empresas que oferecem o serviço: - A clínica deve possuir licença concedida pela Vigilância Santitária, exposta em local visível- O operador do equipamento deve ser treinado pelo fabricante e o comprovante deve ficar à disposição dos clientes- Os clientes devem apresentar atestado médico e assinar termo, declarando ter ciência dos riscos a que estão expostos, como o de desenvolver câncer de pele- Não devem passar pelo bronzeamento artificial pessoas com antecedente familiar ou pessoal de câncer de pele, história de queimadura solar intensa ou que apresentem sardas na face ou ombros, que tenham pele clara com incapacidade de se bronzear em praias ou piscinas, doenças autoimunes, que estejam em uso de medicamentos fotossensibilizantes (como alguns tipos de antibióticos, anti-inflamatórios e diuréticos) e grávidas- O bronzeamento artificial também é proibido para menores de 16 anos, na falta do operador da câmara e em intervalo inferior a 48 horasAs informações completas também podem ser encontradas no site da Anvisa.

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