Continua paralisação de agentes penitenciários em SP

Pelo terceiro dia, os agentes da Penitenciária Maurício Henrique Guimarães Pereira, a Presidente Venceslau II, no interior de São Paulo, e do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mauá, no ABC paulista, paralisaram suas atividades em protesto contra o assassinato do diretor-geral Wellington Rodrigo Segura, de 31 anos, ocorrido na sexta-feira, 26. O crime levou o sistema penitenciário a ficar em alerta.Até domingo, funcionários do presídio de Presidente Venceslau I, além da Penitenciária e do CDP de Ribeirão Preto, também integravam o movimento, mas voltaram as atividades normais nesta segunda, de acordo com o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp). Por causa do movimento, as visitas foram suspensas no fim de semana. Com a paralisação, são mantidos somente os serviços básicos nas unidades, a exemplo da alimentação dos presos. Suspende-se visitas e banho de sol.

Agencia Estado,

29 de janeiro de 2007 | 12h24

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