Convênio com farmácias expandiu programa

Para arcar com o crescimento da rede credenciada do Farmácia Popular, o orçamento foi ampliado. Ano passado, o programa recebeu R$ 437 milhões. Este ano, serão R$ 470 milhões. Também foram feitas novas incorporações à rede própria. Além de 107 medicamentos e de preservativos, as unidades passaram a incluir também o Tamiflu, usado no tratamento da gripe suína.

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

07 de maio de 2010 | 00h00

Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Farmácia Popular foi lançado em 2004 com unidades próprias de atendimento. O sistema, porém, não decolou como o imaginado. A expansão das unidades era tão lenta que, dois anos após seu lançamento, existiam no País apenas 75 unidades de venda. A saída foi encontrar um novo formato para resgatar o programa - considerado prioritário por Lula na área de saúde.

A nova estratégia surgiu em 2006, a partir de um convênio estabelecido com farmácias e drogarias comerciais. Nesse sistema, estabelecimentos credenciados e com selo Aqui Tem Farmácia Popular, vendem uma lista de medicamentos em sistema de pagamento. O governo arca com a maior parte do valor (até 90% do preço) e o comprador, com o restante.

O novo formato mostrou um potencial de expansão bem mais promissor. Hoje são 11.832 farmácias credenciadas, enquanto unidades próprias contam apenas com 530 pontos.

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