Copa, turistas e bancos

Um amigo norte-americano veio me visitar e descobrimos que os caixas eletrônicos da maioria dos bancos não reconhecem cartões internacionais. Em um deles, fui informado de que o saque poderia ser feito nos caixas com bandeiras Visa e Mastercard, mas não encontramos nenhuma delas em suas agências. Em outro, havia a opção de saque, mas não foi possível concluir a operação. Há um banco em que terminais funcionavam dia sim, dia não. Um desses bancos impõe valores pré-estipulados para saques e cobra R$ 8 por operação. O único banco que não apresentou problemas possui poucas agências que aceitam cartões internacionais. Entrei em contato com o atendimento ao cliente de todos esses bancos e alguns responderam que nos aeroportos o saque pode ser feito sem problema. Eles pagarão o táxi até o aeroporto ou será preciso sacar todo o dinheiro na chegada? A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) irá resolver isso antes da Copa do Mundo?

, O Estadao de S.Paulo

07 de setembro de 2009 | 00h00

MARCUS COLTRO

São Paulo

A Superintendência de Comunicação da Febraban diz que o relato do sr. Coltro é uma exceção, pois o Brasil é um dos países com maior número de caixas eletrônicos no mundo (170 mil em 2008). Se for considerado o número de terminais por habitante, o País tem níveis compatíveis com os de países desenvolvidos (832 terminais por milhão de habitantes), superiores ao da maioria dos países que sediaram Copas do Mundo nos últimos anos.

O leitor contesta: A questão não é o número de terminais, mas os cartões internacionais não serem aceitos em todos!

Pode poluir, sim

No rádio se ouve a publicidade da gestão Kassab: "Carro sem catalisador, não pode; motor desregulado, não pode." Pode sim, é só ter um carro velho e ser dispensado da inspeção!

MARIO SLIKTA

São Paulo

Ciclofaixa

As ciclovias abertas aos domingos pelo prefeito Gilberto Kassab precisam de ajustes, claro. Mas se trata de uma ação e tanto. Já aprovei a medida e alerto que não sou filiada a nenhum partido político. Estive no final de semana só por curiosidade na região do Parque do Povo e a alegria que vi por lá foi contagiante.

ANA F. CAMPOS

São Paulo

A Prefeitura inaugurou a ciclofaixa e, como sempre, demonstrou total incompetência no planejamento, pois criou um congestionamento monstro nas duas direções, impedindo que os motoristas fizessem conversões à esquerda em todo o percurso. Fiquei mais de uma hora preso no trânsito. Essa medida privilegia poucos. Os próprios marronzinhos mostraram-se indignados e contra essa eleitoreira demonstração de poder. Mandaram-me reclamar com o prefeito. Além disso, não cumpriram o horário determinado, pois às 12h30 as pistas ainda estavam bloqueadas.

PEDRO PIRES

São Paulo

Uso do passeio público

Bem em frente à prefeitura de Santo André, um estabelecimento comercial se apropriou da calçada e a prefeitura não fez nada! Se a prefeitura não fiscaliza nem o que ocorre na sua frente (literalmente) imagina o restante da cidade.

CARLOS ALBERTO QUIROGA

Santos

O ouvidor da cidade de Santo André, Reinaldo Abud, informa que a prefeitura de Santo André possui um programa para tornar acessível as calçadas da cidade. Todas as calçadas com especificidades estão sendo analisadas caso a caso, a fim de minimizar problemas. No caso em questão, a calçada se enquadra perfeitamente no item acessibilidade, de acordo com as Normas Técnicas Brasileiras (NTB).

Sem vaga na escola

Em junho, a doméstica Elizete Aparecida Silveira Viana veio de Aracaju (SE) com seus três filhos, de 14, 9 e 4 anos. Ela começou a trabalhar em casa e, desde que chegou em São Paulo, entrou em contato com as escolas públicas de Perus para matriculá-los. As crianças moram com a avó para que a mãe possa trabalhar. Enquanto não conseguem uma vaga, passam o dia todo sem fazer nada e podem perder o ano se não voltarem a estudar logo.

VERA HELENA MEIRELLES VILLELA

São Paulo

A Diretoria Regional de Educação de Pirituba esclarece que as alunas Mayara Viana de Lima (14 anos) e Estefane Viana Gomes (9 anos) foram encaminhadas para matrícula na EMEF CEU Parque Anhanguera.

A leitora comenta: Faltou a matrícula da criança de 4 anos.

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