Corpo da missionária morta na África deve chegar terça

O resultado da segunda autópsia realizada hoje à tarde no corpo da missionária gaúcha Doraci Julita Edinger, assassinada na última terça-feira em Nampula, Moçambique, descarta a hipótese anterior de que ela tenha sido violentada antes de morrer. Concluída a autópsia, já foram iniciados os preparativos para o translado do corpo para o Brasil.O corpo da missionária, segundo a Agência Brasil, deve chegar a Novo Hamburgo, no Rio Grande Sul, para ser entregue aos familiares provavelmente napróxima segunda ou terça-feira - dependendo da disponibilidade de vôos. O translado será feito de Maputo para Joanesburgo, delá para São Paulo e de São Paulo para Porto Alegre. O pastor Walter Altmann, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), que deveria ter seencontrado com irmã Doraci em Beira, no centro de Moçambique, visitou nesta sexta-feira, junto com investigadores, oapartamento onde a missionária vivia e foi assassinada. Foi feita a reconstituição do crime e descartada a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), já que não ficou constatadodesaparecimento de nenhum objeto. Segundo informações do pastor, a perícia supõe que Doraci tenha permitido a entrada do assassino no apartamento porque também não foram identificadas marcas de violência na porta.

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