Corpo encontrado na costa do RJ era de padre Adelir

Exame de DNA, realizado pelo IML de Macaé, no RJ, confirmou a identidade do padre

Agência Estado,

29 de julho de 2008 | 19h01

A Polícia Civil do Rio confirmou que os restos mortais encontrados no mar do litoral norte fluminense no início do mês são do padre paranaense Adelir de Carli, que estava desaparecido havia três meses. O exame foi feito no Instituto de Pesquisa Genética Forense a partir de uma amostra de material colhido com o irmão do padre, o mestre de obras Moacir de Carli. O resultado, diz a polícia, é definitivo.   Veja também:Petrobras diz ter encontrado corpo de padre desaparecidoDNA de corpo achado no mar demora ao menos 40 dias   Restos do corpo do padre foram encontrados no mar por um rebocador que presta serviços à Petrobrás próximo à costa de Maricá, na Região dos Lagos. Foram resgatados também partes de um material metálico que podem ser vestígios da roupa de alumínio que Carli usava quando decolou de Paranaguá (PR) , em 20 de abril, a bordo de uma cadeira suspensa por cerca de mil balões de gás.   A família do padre disse que, apesar de não ser o fim esperado, a confirmação traz "alívio" para todos. Eles aguardam para esta quarta-feira, 30, o documento oficial sobre o reconhecimento para providenciar o sepultamento. "Poderemos fazer um enterro digno", disse o irmão do padre, Moacir de Carli, que mora em Palotina, no oeste do Estado. Provavelmente, o sepultamento será realizado em Ampère, onde mora a maioria dos parentes.   Histórico   O padre Adelir Carli desapareceu no litoral de Santa Catarina, no dia 20 de abril, após levantar vôo em Paranaguá, no Paraná, impulsionado por mil balões de festa. Os grupos de busca encerraram as atividades no dia 11 de maio.   Arte/AE   No último dia 3 de julho, tripulantes de um rebocador a serviço da Petrobras encontraram restos mortais a 100 quilômetros da costa de Maricá, na Região dos Lagos, e desconfiaram que seriam do padre Carli.

Tudo o que sabemos sobre:
padre adelirbalões

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.