Corrida presidencial no País esquenta, diz <i>Clarín</i>

Se a temperatura da corrida presidencial no Brasil estava fria, agora deu sinais de estar esquentando. É o que diz o jornal argentino Clarín desta quinta-feira, que relata que a disputa "começou muito fria, com candidatos que pareciam sirs britânicos antes que senhores de um país tropical. Mas nesta semana, a campanha eleitoral no Brasil esquentou".De acordo com o diário, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, "perdeu a compostura de homem muito católico e educado", ao "praticamente acusar Lula de corrupto", o que suscitou um pedido de direito de resposta por parte do Partido dos Trabalhadores (PT).Mas apesar da "briga desesperada por votos que não chegam", Alckmin permanece bem atrás de Lula nas pesquisas, diz o Clarín, e por isso estaria decidido a engrossar ainda mais as acusações. O ex-governador deve questionar a capacidade de governo do atual presidente em um eventual segundo mandato."Este é um argumento falacioso", diz a matéria, "já que o seu próprio partido (PSDB) tem dois candidatos à sucessão de Lula daqui a quatro anos: José Serra e Aécio Neves. Ambos serão eleitos governadores e precisarão do governo nacional para uma boa gestão".

Agencia Estado,

07 de setembro de 2006 | 12h18

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