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CPI ouvirá advogados do PCC na terça-feira

A CPI do Tráfico de Armas confirmou para a próxima terça-feira os depoimentos dos advogados Sérgio Weslei da Cunha e Maria Cristina de Souza Rachado. Ambos são acusados de comprar por R$ 200 a cópia dos depoimentos do diretor o Deic de São Paulo, Godofredo Bittencourt Filho, e do delegado Ruy Ferraz, prestados no dia 10 de maio em sessão secreta da comissão. Em uma reunião administrativa, a CPI também vai decidir na terça-feira onde e quando o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, vai ser ouvido pela comissão. O presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), avisou à CPI que não quer esse depoimento nas dependências da Casa. Preso na penitenciária de segurança máxima de Presidente Bernardes (SP), o líder da facção provocaria uma situação de insegurança no prédio do Congresso, caso sua viagem a Brasília seja concretizada, mesmo com todo o esquema policial que precisa ser montado para uma situação como essa. A convocação do líder do PCC foi aprovada no início do mês pela comissão. A sugestão de Rebelo é que a CPI viaje a São Paulo para tomar o depoimento do preso.

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