CPTM aproveita idéia do Metrô e adota bomba de tinta

A exemplo do Metrô, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) implantou a bomba de tinta colorida para inibir a ação de assaltantes às bilheterias. Em caso de roubo, o dispositivo é acionado automaticamente por um sistema de ondas e um corante vermelho é liberado, manchando o bandido, o dinheiro e bilhetes. Segundo a CPTM, a tinta ainda é difícil de ser removida da pele, podendo ficar impregnada por até três dias. Por isso, facilita o trabalho dos agentes de segurança da CPTM e da polícia na identificação e captura dos criminosos.

Agencia Estado,

16 de janeiro de 2004 | 12h14

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