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CPTM ganha ação movida por homem assaltado e agredido no trem

A ação movida por Antonio Barbosa do Nascimento, que ficou gravemente ferido quando foi assaltado dentro de uma composição de trem e jogado para fora do vagão, contra a Companhia Paulistana de Trens Metropolitanos (CPTM) foi julgada improcedente pela juíza Christina Agostini Spadoni, do Fórum da Fazenda Pública. A juíza concluiu que o episódio, ocorrido em 2 de março de 1990, "revestiu-se de imprevisibilidade", o que exclui a responsabilidade da empresa. Segundo testemunhas, os trens trafegam habitualmente com as portas fechadas e nelas existem dispositivos de segurança. Assim, o episódio não decorreu da "ausência de cautelas necessárias".Não se sabe como ocorreu o assalto e se as portas, no momento do ataque, estavam ou não abertas.

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