Crescimento é prioridade na disputa em RO

Cada um com suas próprias estratégias, os dois candidatos que chegam ao segundo turno nas eleições para o governo de Rondônia avaliam que a manutenção do crescimento econômico do Estado será o principal desafio de quem vencer a disputa deste domingo.

José Carlos Sá, O Estado de S.Paulo

29 Outubro 2010 | 00h00

Para o atual governador e candidato à reeleição João Cahulla (PPS), a atração de novas indústrias é a principal aposta para gerar renda em Rondônia. Com a receita obtida através de impostos, Cahulla espera contar com mais recursos para investir em saúde e na criação de uma universidade pública estadual.

Vencedor no primeiro turno, Confúcio Moura (PMDB) promete a construção de hospitais e moradias como carro-chefe de sua gestão, além da formação de mão de obra qualificada no Estado. O peemedebista - que mantém a dianteira nas últimas pesquisas de intenção de voto, mas viu a diferença para Cahulla diminuir - assumiu o compromisso de conciliar crescimento econômico à preservação ambiental.

Apoios. Os dois candidatos também estão em lados opostos no que se refere à eleição presidencial. Confúcio apoia desde o primeiro turno a candidata Dilma Rousseff (PT) e aposta na parceria com o governo federal para manter os investimentos com recursos da União.

Cahulla, por sua vez, está ao lado do presidenciável José Serra (PSDB), por entender que o tucano defende propostas mais benéficas a Rondônia. Mas a adesão à candidatura Serra só veio na tarde do dia 15.

Duas semanas antes, o ex-senador tucano Expedito Júnior, que teve a candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, declarou voto a Moura. O peemedebista também recebeu apoio de Eduardo Valverde (PT), terceiro colocado no primeiro turno.

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