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Crime cometido pela enfermeira Elize Matsunaga se diferencia pela vítima ter sido o marido

Terminar de vez o relacionamento colocando o cônjuge numa mala, às vezes com o corpo esquartejado, não foi ideia original da enfermeira Elize Mastunaga, ré confessa da morte e do esquartejamento do marido, Marcos Kitano Matsunaga. Casos semelhantes foram revelados nas páginas do Estado, em vários períodos. Os motivos para esses crimes passionais foram diversos, herança, ciúmes, mas o desfecho foi sempre o mesmo: o autor foi descoberto. A diferença no caso da enfermeira é que pela primeira vez o homem é a vítima do crime.

Carlos Eduardo Entini, Rose Saconi, do Arquivo Estado ,

06 Junho 2012 | 17h08

 

Morta e despachada por navio: Em 1928, Maria Mercedes Féa foi asfixiada em pelo marido, o italiano José Pistone, teve seu corpo colocado em uma caixa e despachado no porto de Santos para a França. O plano não deu certo porque a carga chamou atenção pelo cheiro.

 

Chico Picadinho: Francisco Costa Rocha estrangulou e esquartejou a bailarina austríaca Margareth Suida, de 38 anos, em um apartamento no centro de São Paulo.Foi preso e condenado a 17 anos e 6 meses em regime fechado. Em 1974, foi solto por bom comportamento.

 

Novamente Chico Picadinho: Francisco Costa Rocha matou e esquartejou a prostituta Ângela de Souza da Silva. Foi preso novamente e solto em 1998.

 

Corpo no porta-malas: Em 24 de janeiro de 2003, o cirurgião plástico Farah Jorge Farah dopou, matou e esquartejou a dona de casa Maria do Carmo Alves, de 46 anos, uma ex-paciente com quem teve um romance conturbado.  Seu  corpo foi encontrado no porta-malas do carro de Farah, em cinco sacos pretos.  O médico foi preso e condenado a 13 anos de prisão.

 

Ato de fúria: Rafael Lima flagrou a ex-mulher com outro homem e, num "ato de fúria" a matou e escondeu o crime numa mala.

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