Crime deve reforçar internação

Depois de concluída a investigação dos novos assassinatos atribuídos a Champinha, o caso deve ser enviado à Justiça. O problema é que, como o acusado já tem 21 anos, não pode mais ser punido pelos delitos cometidos na adolescência. Para a polícia, a investigação sobre o duplo assassinato, no entanto, não será em vão. "Acredito que o caso deve reforçar a decisão de interná-lo", disse o delegado Dejair Rodrigues, da 6.ª Delegacia Seccional. Champinha foi interditado pela Justiça em dezembro, pouco antes de completar 21 anos. A juíza Patrícia Padilha determinou sua permanência em estabelecimento psiquiátrico compatível e seguro. Até então, Champinha estava na Fundação Casa (ex-Febem). Para respeitar a decisão, o governo do Estado decidiu transformar uma unidade da fundação em um centro para a internação sob os cuidados da Secretaria da Saúde. A Secretaria da Administração Penitenciária fará a guarda do local.

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