Criticado, Hage defende auditoria e prazo de defesa

O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, rebateu ontem críticas por não individualizar a responsabilidade por irregularidades apontadas no relatório que estimou prejuízo de pelo menos R$ 682 milhões no Ministério dos Transportes. Conforme a CGU, está em curso na Corregedoria-Geral do órgão nove processos envolvendo 31 ex-dirigentes e servidores da pasta, do Dnit e da Valec - 17 já foram indiciados e notificados para apresentar defesa.

, O Estado de S.Paulo

10 Setembro 2011 | 00h00

"É o caso de perguntar se gostariam que a CGU suprimisse o direito de defesa dos acusados, pois é exatamente isso que estamos preservando, ao não individualizar antecipadamente as responsabilidades", afirmou Hage, em nota. "Não adianta ficar ansioso e querer atropelar os prazos legais de defesa."

Anteontem, o senador Blairo Maggi (PR-MT) se disse desapontado com a sindicância e que esperava que o documento colocasse um "ponto final" na história.

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