Ed Ferreira/Estadão
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Cunha sugere retaliação à Indonésia por execução de brasileiro

Presidente da Câmara lamentou a rejeição dos apelos do Palácio do Planalto para que os brasileiros fossem poupados

Nivaldo Souza, O Estado de S. Paulo

28 de abril de 2015 | 18h41

BRASÍLIA - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou de "situação absurda" a execução do segundo brasileiro pela Indonésia, após condenação por tráfico de drogas. Cunha lamentou a rejeição dos apelos do Palácio do Planalto para que os brasileiros fossem poupados e cobrou "retaliação" contra o governo de Jacarta.

"Cada país tem a sua legislação e, teoricamente, a gente não deve se intrometer. Porém, essa situação é absurda. Dois brasileiros sendo executados e nós não tivemos atendido qualquer tipo de pedido é algo que nos revolta. Acho que o governo deveria fazer alguma coisa. Acho que o governo brasileiro deveria ter uma retaliação em cima da Indonésia", afirmou o presidente da Câmara.

Em janeiro, o país asiático executou Marco Archer e, nesta terça-feira, 28, foi a vez do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, de 42 anos.



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