Cúpula do PCC volta ao Presídio Federal de Campo Grande

Em 2006, membros da facção foram transferidos para Catanduvas (PR) acusados de liderarem rebeliões em MS

João Naves, especial para O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2008 | 17h37

Voltou nesta quarta-feira, 17, para a Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), detida desde 24 de agosto de 2006 no Presídio de Segurança Máxima de Catanduvas (PR).   Veja também: Acusados de pertencer ao PCC são inocentados de crimes em SP PF prende três por planejar resgatar presos do PCC Decretada prisão da 'tropa de choque' do PCC solta pelo STF STF solta 'tropa de choque' do PCC por atraso no processo Ministros não tinham opção, dizem juristas     São 12 homens acusados como líderes das rebeliões ocorridas em maio daquele ano, nas penitenciárias de Campo Grande, Três Lagoas, Corumbá e Dourados, que resultaram na destruição parcial dos quatro prédios, além da morte de um detento que foi degolado e teve a cabeça exibida para o público que estava em frente da penitenciária em Campo Grande.   Segundo o corregedor estadual dos presídios, juiz Francisco Gerardo de Souza, "a renovação do pedido de permanência é de cunho meramente protelatório já que os internos não poderão ficar em caráter definitivo e os motivos que ensejaram a transferência perdura por dois anos, o que é tempo suficiente para a medida operacional adotada".   Os presos são Antônio Henrique da Silva Neto, Antônio Júlio da Silva, Carlos Henrique da Silva, Carmos Alves Felício, Deiwid Jorge Oliveira Silva, Edmilson dos Santos Pires, Fábio Arce de Moura, Hércules Nunes, José Cláudio Arantes, Marcos Antônio Dias Merlon, Reginaldo Rogério de Farias e Rogério de Oliveira Figueira.

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