Deborah deu arma para simular doença, diz MPF

A promotora Deborah Guerner usou uma arma de fogo como instrumento de simulação de doença mental, segundo o Ministério Público Federal. Tudo começou quando um revólver calibre 38 foi entregue espontaneamente aos investigadores pelo marido dela, Jorge Guerner, em junho de 2010. O casal alegou ser um risco Deborah manter a arma, de sua propriedade, já que ela sofreria de transtornos mentais.

Leandro Colon, O Estado de S.Paulo

28 Abril 2011 | 00h00

Deborah contou a peritos médicos judiciais que, durante crises nervosas, teria feito disparos em seu quarto e na rua, contra um caminhão de mudança que não cumpriu o prazo de três dias para concluir um serviço.

O Ministério Público pediu à Polícia Federal análise técnica da arma e descobriu que o revólver estava sem condições de uso. "Foram efetuados testes de eficiência com as armas e munições recebidas. As tentativas de disparo com a arma questionada foram ineficientes", diz o laudo técnico.

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