Defesa de coronel acusado pela morte de juíza vai entrar com habeas corpus no STJ

'Ele tem que ser transferido, na conformidade da lei, para uma unidade policial militar. Isso é o que a lei estabelece', diz advogado

Agência Brasil,

09 Novembro 2011 | 12h27

SÃO PAULO - A defesa do coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, acusado de participação no assassinato da juíza Patrícia Acioli, informou nesta quarta-feira, 9, que vai entrar com um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido feito ao Tribunal de Justiça do Rio foi negado ontem, 8.

O advogado Manoel de Jesus Soares disse que vai pedir a revogação da prisão ou a transferência de seu cliente do presídio de Bangu 1, o qual, segundo ele, é inadequado para o coronel. "Ele tem que ser transferido, na conformidade da lei, para uma unidade policial militar. Isso é o que a lei estabelece", disse.

Oliveira, que é ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo da Polícia Militar, e mais dez réus são acusados de participação na morte a juíza criminal daquele município, Patrícia Acioli, em agosto deste ano. Sua prisão preventiva foi decretada em setembro deste ano, pela 3ª Vara Criminal de Niterói.

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