Dida Sampaio/AE - 28/03/2007
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Defesa de Nenê Constantino entra com pedido de habeas corpus

Dono da Gol é acusado de encomendar assassinato é considerado foragido após ter prisão preventiva decretada

Elvis Pereira, Central de Notícias,

22 de maio de 2009 | 14h41

A defesa do empresário Nenê Constantino, que é procurado pela polícia após ter sua prisão preventiva decretada, protocolou às 13h05 desta sexta-feira, 22, um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. A relatora do caso será a desembargadora Sandra De Santis, da 1ª Turma Criminal. Não há previsão de quando o pedido será julgado.

 

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A acusação sobre Constantino é de ser o mandante do assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, executado com três tiros em outubro de 2001. Brito liderava um grupo de cerca de cem pessoas que ocupava o terreno em volta da garagem da viação Planeta, pertencente ao empresário, na cidade satélite de Taguatinga, a 25 quilômetros de Brasília.

 

Segundo investigações da polícia, João Alcides Miranda e Vanderlei Batista Silva, dois empregados de Constantino e indiciados como co-autores do crime, contrataram um pistoleiro goiano, até agora não capturado, para assassinar o líder como forma de intimidar os demais ocupantes da área. De acordo com a apuração policial, o empresário ainda ameaçou de morte o líder comunitário, que foi agredido e teve seu barraco incendiado.

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