Defesa de Suzane Richthofen pede que ela aguarde em liberdade

A defesa de Suzane Louise Von Richthofen, acusada de mandar matar os próprios pais, Manfred Alfred e Marisa Von Richthofen, em 31 de outubro de 2002, pediu que seja concedido a ela o benefício de aguardar em liberdade o julgamento pelo júri popular. O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira impetrou nesta quarta-feira habeas corpus no Tribunal de Justiça (TJ), sem pedido de liminar. O habeas corpus será julgado por três desembargadores da 5ª Câmara Criminal. O TJ sistematicamente nega liberdade provisória aos acusados de crimes hediondos. Ainda não há data prevista para que os três acusados sejam levados a júri.Mariz alega que Suzane é primária, tem bons antecedentes e que em liberdade não representará perigo à ordem pública e nem criará obstáculos à aplicação da lei penal. Também poderá cuidar da avó de 85 anos que se propõe acolhê-la em sua casa.Suzane abriu as portas de sua casa para que Daniel Cravinhos de Paula e Silva, seu ex-namorado, e o irmão dele, Cristian Cravinhos de Paula e Silva, assassinassem os pais dela a pauladas e por asfixia enquanto dormiam.

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