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Defesa entra com ação para negar paternidade do goleiro Bruno

Advogados esperam mostrar que Bruninho, fruto do relacionamento do jogador com Eliza Samudio, não é filho dele 

O Estado de S. Paulo

20 Março 2015 | 00h38

A defesa do goleiro Bruno, acusado de mandar matar Eliza Samudio em 2010, entrou com ação negatória de paternidade na Justiça de Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira, 18. A informação foi divulgada na noite desta quinta-feira, 19, no Programa do Gugu, da Record. Dessa forma, a defesa espera mostrar que Bruninho, fruto do relacionamento do jogador com a modelo, não é filho dele, o que desqualificaria uma das principais teses envolvendo a motivação do suposto crime.

No mesmo programa, a mãe de Eliza foi entrevistada e se mostrou a favor do teste de DNA de seu neto desde que o goleiro informasse onde estão os restos mortais de Eliza. Quem solicitou a Gugu que o exame fosse feito foi a mulher do goleiro, Ingrid Calheiros, que diz acreditar que o marido não seja o pai biológico da criança. Agora a Justiça vai decidir se há necessidade para fazer o teste.

Na primeira parte da entrevista feita com Bruno, na quarta-feira, ele havia dito que quer recuperar a guarda de Bruninho. "Eu vou brigar por ele, pela guarda dele, eu vou trazê-lo para o meu lado".

Bruno Fernandes de Souza foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão - 17 anos e seis meses em regime fechado - por homicídio triplamente qualificado, cárcere privado, sequestro de Eliza e do filho e ocultação de cadáver.

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