Defesa pede nulidade do laudo de insanidade do motoboy

A advogada de defesa Maria Elisa Munhol pediu a nulidade do laudo de insanidade mental do motoboy Francisco de Assis Pereira, alegando que o Código de Processo Penal (CPP) impede que o mesmo perito faça mais de um laudo no processo. O promotor Edilson Bonfim contestou a solicitação, esclarecendo que o perito Paulo Argarate Vasques já havia atuado no exame de constatação de fimose do motoboy na fase de inquérito policial e, depois, participou do laudo de insanidade no processo, a pedido do juiz."São dois laudos distintos, que não ferem as determinações do Código de Processo Penal?, disse Bonfim. O promotor esclareceu, ainda, que o motoboy é acusado de sete homicídios comprovados e de uma tentativa de assassinato. Francisco de Assis Pereira começou a ser julgado hoje pelo assassinato da estudante Isadora Fraenkel.

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