Arquivo/AE
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Defesa tenta relaxar prisão de acusada de matar Arturo Gatti

Mulher do boxeador é acusada de matá-lo em um flat em Porto de Galinhas; corpo será levado ao Canadá

13 Julho 2009 | 14h13

O advogado criminalista Célio Avelino vai pedir nesta terça-feira, 14, o pedido de relaxamento da prisão de Amanda Carine Rodrigues, de 23 anos, acusada de ter assassinado o marido, o ex-campeão de boxe, Arturo Gatti, em um flat na praia de Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco. O corpo do boxeador deve ser levado ao Canadá, onde ele morava.

 

O casal morava no Canadá e passava férias na praia com o filho de 8 meses. Segundo o advogado, Amanda, que foi autuada em flagrante, não estava em estado de flagrante - foi ela quem chamou a polícia - e sua liberdade não impede as investigações da polícia nem provoca perturbação da ordem pública.

 

Ela é ré primária e poderá responder em liberdade, segundo Brito. O relatório final do inquérito policial deverá ser apresentado pelo delegado Ferreira em cerca de 10 dias.

 

Ela está desde o domingo, 12, no presídio feminino Bom Pastor, no Recife. De acordo com a polícia, um familiar de Gatti deve chegar nesta terça-feira ao Recife para liberar o corpo do pugislista, que se encontra no IML, e fazer o traslado para Montreal.

 

De acordo com depoimento de Amanda, Gatti foi encontrado morto por volta das 6 horas do sábado, vestindo apenas cueca, caído na sala do flat. Ele tinha uma marca no pescoço e outra na parte de trás da cabeça. No local, a polícia encontrou uma alça de bolsa suja de sangue, que foi recolhida para análise. De acordo com peritos do Instituto de Criminalística, quando foi encontrado, Gatti já estava morto havia aproximadamente 8 horas, devido a devido à rigidez do cadáver.

 

Nascido na Itália, Arturo Gatti mudou para o Canadá ainda quando era criança. Durante a carreira, ele foi campeão mundial pelos superpenas e superleves, totalizando 40 vitórias, sendo 31 por nocaute, em 49 lutas. Estava aposentado desde 2007.

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