Denúncias saem de Franco da Rocha "contrabandeadas"

Foi tanta rebelião, tanto colchão queimado, tanto monitor ameaçado, que os menores das unidades 30 e 31 de Febem de Franco da Rocha agora vivem presos como bichos. O tempo da visita passou de quatro horas para uma, a maioria das atividades continua suspensa e, escrever cartas para os parentes, nem pensar. Mas eles não conseguem ficar quietos e acabam dando um jeito de driblar a vigilância. Escrevem, segundo um dos internos, "diretamente do zoológico humano, o colégio do crime". E "contrabandeiam" a correspondência: fazem as cartas escondidos e as entregam durante as visitas para os parentes, que as carregam debaixo das roupas. É o "papagaio". Leia mais no Jornal da Tarde

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