Descuido das escolas

A Escola Neydy de Campos Melges, localizada na Rua Margarida Carlos Albuquerque, número 288, Jardim Laura, no Itaim Paulista, não passa por uma reforma há mais de 8 anos. Um dos grandes problemas é a falta de sanitários. Só há um masculino e um feminino, e as mulheres fazem fila para usar, sem falar na péssima qualidade da limpeza dos banheiros e da escola em geral, pois só há uma funcionária para realizar esse serviço. Nas salas de aula as condições são as piores possíveis, as luminárias não funcionam e as lousas estão danificadas. Em relação à merenda, a condição não é das melhores, a comida é ruim e mal preparada. Outro grande problema na escola são as árvores do local. Elas precisam ser podadas, pois contribuem para o aumento de pernilongos e, à noite, é impossível permanecer em sala de aula sem ser atacado pelos mosquitos. Escrevo esse pedido com conhecimento de causa, pois estudo na escola. RENATO MARTINSSão PauloA Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Educação esclarece que os banheiros da Escola Neydy de Campos Melges foram reformados e estão sendo usados normalmente. Informa que no dia 7 de abril foi iniciada ampla reforma da unidade, com investimento de R$ 708 mil. A secretaria explica que, entre os reparos, haverá troca de pisos, manutenção de cobertura (com troca de telhas), poda de árvores, revisão geral elétrica, troca de vidros, reforma do muro, limpeza do terreno e plantação de grama, substituição do alambrado e pintura, além da construção de uma nova calçada. Vaga para deficientesFui multado porque, no dia 2 de fevereiro, às 10 horas, estacionei na Rua Antônio Carlos, entre as Ruas Haddock Lobo e Bela Cintra, na zona azul, onde havia um logotipo de portador de deficiência. Minha mulher e eu somos idosos e portadores de deficiências físicas. Na multa diz que eu não portava o Cartão Defis. Mas na placa não havia essa exigência. Voltei a essa rua e, para meu espanto, havia esse aviso que antes não estava lá. MOYSES JAYME BRONISCERSão PauloAdele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, esclarece que a companhia adotou o projeto de manutenção da sinalização da rua citada em 17 de dezembro de 2008, onde o estacionamento é regulamentado com uso obrigatório do Cartão Defis (fornecido pelo DSV) e cartão de zona azul. Diz que não houve nenhuma alteração após essa data e que não consta em seus registros que a placa tenha sido retirada e recolocada. Esclarece que o uso do Cartão Defis é a segurança para que as vagas demarcadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida não sejam usadas por pessoas que não se enquadrem nesse perfil e que a condição para usá-las é ser portador do cartão, mediante a colocação de uma folha de zona azul.Aniversário de buracoSolicito ao prefeito Gilberto Kassab e à Subprefeitura de Santana-Tucuruvi para que seja feita a operação tapa-buraco na Rua Malie Brenner, no Parque Rodrigues Alves, em frente ao número 603, na esquina com a Rua Borges. O buraco já fez aniversário de 1 ano.GUILHERMINA MEYER SORENSEN São PauloA Prefeitura não respondeu.Esclarecimento: Em relação à carta publicada no dia 3, da sra. Ivete Brito, o Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Administração e Modernização da prefeitura de Guarulhos informa que foram abertas 100 vagas para o processo seletivo emergencial para professor adjunto de educação básica em 20/5/2008. Segundo a prefeitura, houve 880 candidatos inscritos e 506 classificados. Foram convocados os primeiros 75 aprovados. Esclarece que, na sequência, foi aberto outro concurso público, que foi homologado em 16/1/2009, para a mesma função, no qual foram oferecidas 150 vagas e 102 candidatos foram aprovados. Explica que após essa data cessou a convocação de candidatos do processo seletivo emergencial, que é uma prerrogativa da administração pública para atender a excepcional interesse público, principalmente nas áreas de Educação, Saúde e Segurança, quando não é possível suprir profissionais pelo concurso público regular. Acrescenta que ao homologar o concurso emergencial, cessa a chamada, não importando a validade dele, conforme determinação do artigo 37 da Constituição Federal e do artigo 79 da Lei Orgânica Municipal. Responde que a prefeitura é fiscalizada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e que os processos seletivos emergenciais, assim como os candidatos deles contratados, são estritamente temporários e não têm prevalência sobre o concurso público regular.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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