Dilma evitou tema durante a campanha

Durante a campanha, Dilma Rousseff evitou se comprometer com a redução da carga tributária. Quando questionada sobre a proporção dos impostos brasileiros em proporção ao Produto Interno Bruto, a então candidata tergiversava, afirmando apenas que "haverá melhor distribuição dos encargos". Ela chegou a classificar a arrecadação brasileira de "caótica" e pregou uma maior racionalização no modo de recolher os tributos.

Lucas de Abreu Maia, O Estado de S.Paulo

05 Novembro 2010 | 00h00

A necessidade de uma reforma tributária foi consenso entre os três principais presidenciáveis - e Dilma foi a única que detalhou suas propostas nesse sentido. A presidente eleita prometeu, ao longo da campanha, isentar os investimentos em infraestrutura de impostos. Comprometeu-se em zerar o PIS/Cofins sobre energia, transporte e saneamento. Ela também prometeu reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas, mas não disse em quanto.

Sobre a CPMF, Dilma não chegou a defender a volta do imposto. Afirmou, contudo, em mais de uma ocasião, que a saúde "é subfinanciada".

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