Diretor da escola da professora acusada de pedofilia no Rio perde o cargo

Polícia diz que ele sabia do relacionamento da docente com aluna; ambos foram indiciados por estupro e corrupção de menores

Julia Baptista, Central de Notícias

04 Novembro 2010 | 16h55

SÃO PAULO - Celso Luiz Santos Gomes foi exonerado nesta quinta-feira, 4, do cargo de diretor de uma escola em Realengo, na zona oeste do Rio, onde trabalhava a professora Cristiane Teixeira Maciel Barreira, presa sob acusação de manter um relacionamento com uma aluna de 13 anos.

 

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, ele fica à disposição da 8ª Coordenadoria de Ensino para ocupar outros cargos. Na quarta Gomes foi indiciado por estupro de vulnerável e corrupção de menores, os mesmos crimes que a professora responderá.

 

O diretor negou à polícia que soubesse do relacionamento, mas o delegado Angelo Lages garante que há registros em atas de reuniões da escola que constam relatos da mãe da menina sobre o assunto. O diretor, durante o depoimento, reconheceu os registros e disse que havia ouvido da mãe da menina que a professora a "aliciava".

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