Diretor de Custódia nega pressão do PCC

O diretor da Casa de Custódia de Taubaté, José Ismael Pedrosa, disse que os integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) detidos no presídio nunca lhe pressionaram diretamente para deixar o cargo. Segundo Pedrosa, os rumores sobre sua possível remoção por exigência da facção criminosa só vieram ao seu conhecimento por comentários, mas nunca houve qualquer comunicado ou ação oficial neste sentido. "Aqui dentro do presídio nunca recebi pressão nenhuma por parte dos presos para deixar minhas funções", afirmou. Desde que a direção do PCC passou a exigir sua saída da administração Casa de Custódia, o diretor não manteve nenhum contato com o secretário estadual de administração penitenciária, Nagashi Furukawa. Mesmo que o comando continue a pressionar o governo estadual para sua saída, Pedrosa afirma que manterá seus métodos disciplinadores e continuará tratando os detentos com igualdade. Ele revela ainda que alguns membros da facção, detidos na Custódia, chegaram a lhe procurar para desmentir matérias veiculadas em jornais e na televisão envolvendo seu nome.

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